Adjetivos

Na coluna de gramática anterior, tratamos dos substantivos, a classe de palavras que dá “nome” às coisas, como “mesa”, “árvore”, “país”. Continuando na morfologia (sessão da gramática que trata das palavras e seu sentido independente, sem considerá-las em frases ou textos), os adjetivos são a próxima classe da qual vamos falar! Esse grupo é aquele que traz características para os substantivos, delimitando-os, explicando-os ou qualificando-os.

Antes de organizá-los em tipos, no entanto, é importante relembrar que, na Língua Portuguesa, os adjetivos devem concordar com o substantivo. Portanto, se temos uma mesa, ela será uma mesa cara. Por sua vez, um carro será um carro caro. No plural, as casas serão caras e assim por diante. Atenção, contudo, há alguns adjetivos que não podem ser colocados no masculino ou no feminino, como “grande”: nesses casos, a casa será grande e o carro será grande, mas a concordância no plural ou singular ainda pode ser feita, então as casas serão grandes.

Simples

Os adjetivos simples são aqueles formados por apenas uma palavra, um elemento. Alguns exemplos são: belo, feio, feliz, triste, rico, pobre.

Compostos

Assim como no caso dos substantivos, os adjetivos compostos são aqueles constituídos de mais de uma palavra, mais de um elemento, como “azul-marinho”, “verde- claro”, “luso-brasileiro” e “norte-americano”, por exemplo.

Normalmente só o segundo elemento dos adjetivos compostos vai para o plural (norte-americanos). No entanto, há algumas exceções, como quando o segundo elemento do adjetivo composto é um substantivo (calças verde-abacate) ou quando é formado de “cor+de+substantivo” (camisas cor-de-rosa).

Primitivos

O adjetivo primitivo é aquele que não surgiu de nenhuma outra palavra da Língua Portuguesa e pode, inclusive, dar origem a outras, que se tornam os adjetivos derivados. São exemplos de primitivo: branco, novo, alegre, normal, sensato.

Derivados

Os adjetivos derivados, como o próprio nome já indica, são aqueles que derivam de outros adjetivos, substantivos e até mesmo verbos. A derivação ocorre pelo acréscimo de afixos, como em “anormal” (que vem de “normal”), “embranquecido” (que vem de “branco”), “insensato” (que vem de “sensato”) e “mortal” ou “imortal” (que vêm do substantivo “morte”).

O que acharam do tópico desta semana? Lembravam das classificações dos adjetivos e de suas funções ou relembraram as definições hoje aqui com a gente? Quais os próximos tópicos gramaticais que gostariam de revisar? Contem tudo pra gente nos comentários e até a próxima!

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A língua portuguesa é de fato muito rica e por isso traz um grande número de possibilidades para algumas palavras e isso, às vezes, pode causar dúvidas aos falantes de seu idioma. Uma dessas dúvidas mais comuns está ligada ao uso dos “porquês”. Na fala não há motivo nenhum para preocupação, mas na hora da escrita em norma padrão quase sempre é feita uma consulta para saber a diferença entre um e outro e não fazer feio no texto.
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