Redação Nota 1000: A Redação na FUVEST em 2019

Nas semanas anteriores, tratamos de alguns dos temas iniciais da redação da FUVEST, que incluíam várias possibilidades de produção de texto em suas propostas antigas. Até o momento, vimos temas que poderiam evocar páginas de diários, descrições e até mesmo cartas. Ainda não chegamos, porém, em nenhuma proposta mais parecida com as atuais, que focam bastante em dissertações argumentativas. Portanto, para saciarmos a curiosidade em relação à dissertação argumentativa na prova da FUVEST, vamos analisar alguns dos temas mais recentes. Quando tivermos conhecido bem o estilo das propostas recentes, voltaremos a analisar de forma crescente as antigas, ok?

Relembremos então a de 2019:

A princípio, como em todos os vestibulares e concursos, é necessário fazer uma leitura atenta da coletânea. No ano passado, o candidato deparou-se com seis textos (cinco excertos e uma imagem) que tratavam, de alguma forma, de História. Os trechos de Carlos Drummond de Andrade, George Santayana e Walter Benjamin são definições, ora poéticas, ora mais literais, do que é a história e no que ela consiste. O texto mencionando o incêndio no Museu Nacional já traz uma visão bem mais pessoal acerca da tragédia que acometeu um dos locais que abrigava boa parte das recordações da História de nosso país. Por fim, há uma escultura de Flávio Cerqueira, descrita pelo Nexo Jornal. Em relação a esse último elemento, cabia ao candidato/aluno relacioná-lo à História e tirar as próprias conclusões em relação à representação feita na obra. Na verdade, de forma geral, os textos servem para ativar memórias, aprendizados e elementos históricos, já que se tratam apenas de definições e exposições, mais do que opiniões (a não ser a escultura e o relato em relação ao Museu Nacional, que mesmo assim mais exigem reflexão do que entregam de vez sua relação com a história e qual a importância dela).

Tendo lido com atenção os textos motivadores, o aluno chega na frase temática: “De que maneira o passado contribui para a compreensão do presente?”. A partir daí, é exigida uma reflexão que deve surgir de fatos e conhecimento acadêmico. É daí que é possível tirar os conteúdos externos (exigidos nas instruções, quando se pedem “outras informações que julgar pertinentes”), relembrando eventos históricos aprendidos ao longo dos ensinos Fundamental e Médio e fazendo a relação destes eventos com as alterações que os mesmos fizeram no mundo, sejam elas positivas ou negativas. A partir desta reflexão, é possível estabelecer como a História afeta o presente e qual a importância de seu aprendizado ao longo das gerações. Dica: lembra daquele papo de que é preciso conhecer os erros do passado para não repeti-los no presente? Pois então! Essa pode ser uma boa vertente de reflexão, além das questões que envolvem influências positivas do contexto histórico, como a Revolução Industrial, por exemplo, que por mais que não seja cem por cento positiva, trouxe grandes avanços tecnológicos, o que garantiu uma medicina mais avançada e mais conforto no transporte e na comunicação.

É preciso dar bastante atenção também às instruções gerais. Na redação da FUVEST, o título é obrigatório, assim como as 20 linhas mínimas. Como sempre, a norma culta é a exigida e deve ser respeitada completamente, bem como a coesão e a coerência de sua argumentação, que são, essencialmente, quesitos básicos para qualquer boa redação dissertativa argumentativa. Dada a devida atenção a todos esses itens, é só partir pro abraço!

O que acharam do tema da FUVEST do ano passado? Prestaram a prova? Qual foi a nota de vocês na redação? Contem tudo pra gente nos comentários e até a semana que vem!

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Por quê, Porquê, Porque e Por que: aprenda a diferença entre cada um para não errar no Enem!

A língua portuguesa é de fato muito rica e por isso traz um grande número de possibilidades para algumas palavras e isso, às vezes, pode causar dúvidas aos falantes de seu idioma. Uma dessas dúvidas mais comuns está ligada ao uso dos “porquês”. Na fala não há motivo nenhum para preocupação, mas na hora da escrita em norma padrão quase sempre é feita uma consulta para saber a diferença entre um e outro e não fazer feio no texto.
https://infoenem.com.br/por-que-porque-porque-e-por-que-aprenda-a-diferenca-entre-cada-um-para-nao-errar-no-enem/

O que é SiSU?

É o sistema informatizado do MEC por meio do qual instituições públicas de ensino superior (federais e estaduais) oferecem vagas a candidatos participantes do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).
https://infoenem.com.br/como-funciona-o-sisu/

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Sobre o Autor

Vanessa Christine Ramos Reck
Vanessa Christine Ramos Reck

Possui graduação em Letras - Língua Portuguesa pela Universidade Estadual de Campinas(2011). Tem experiência na área de Letras. http://lattes.cnpq.br/6444202678156917